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Tipos de vestido de casamento - Sereia e Lânguido

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Vestido Sereia

O charme desse tipo de vestido é ele ser colado ao corpo e ter uma abertura na barra. É um clássico entre as noivas e indicado para silhuetas ampulheta e triângulo invertido, pois equilibra a largura dos ombros.O melhor sapato para este tipo de vestido,que mostra os pés conforme o caminhar da noiva, é o metalizado ou a sandália lisa que combina com vestidos que tem muitos detalhes na barra.



Vestido Lânguido

A modelagem fluida, sem volume e levemente aberta na ponta transmite doçura e romantismo. Seda e musselina são os tecidos perfeitos, para dar o caimento adequado. Ele pode ter alças e mangas esvoaçantes. Para este tipo de vestido, a melhor pedida é o sapato forrado de seda.

Receita de carne louca para a festa junina

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O mês de junho é marcado pelos tradicionais festejos de São João, com comidas típicas, fogueiras e quadrilhas. Para deixar a festa ainda mais gostosa, ARISCO ensina a preparar uma deliciosa receita de carne louca. Confira!


 
Carne louca
Rendimento: 16 Porções
Tempo de preparo: 1 hora
Ingredientes
·  1 colher (sopa) de óleo 
·  800 gramas de cupim ou músculo
·  1 cubo de caldo de bacon ARISCO
·  1 litro de água fervente
·  1 colher (sopa) margarina ou manteiga
·  1 cebola média fatiada
·  3 dentes de alho picado
·  1 cenoura média fatiada
·  1 pimentão verde fatiado
·  2 tomates cortados em cubos grandes
·  1 colher (sopa) de extrato de tomate
·  3 colheres (sopa) de cheiro verde
·  1 folha de louro
·  1 pacote de ARISCO tempera mais vermelho
Modo de preparo
1.     Em uma panela de pressão, aqueça o óleo em fogo médio e frite a carne por 10 minutos ou até dourar.
2.     Dissolva os cubos de caldo de bacon Arisco na água fervente e acrescente à carne. Tampe a panela e cozinhe por 45 minutos, contados a partir do início da pressão.
3.     Retire do fogo e espere sair todo o vapor para abrir a panela. Retire a carne, guarde o caldo, desfie e reserve.
4.     Em uma outra panela, derreta a manteiga em fogo médio e refogue todos os vegetais até que doure bem, adicione o extrato, cheiro verde, louro e o ARISCO Tempera Mais.
5.     Finalize adicionando a carne desfiada e depois que ela incorporar a refoga, agregue um pouco de caldo e cozinhe por mais 10 minuto.
6.     Sirva em seguida com o acompanhamento que desejar.
 
Sobre Arisco
Criada em 1969, Arisco rapidamente ganhou o coração da família brasileira, virando líder de mercado com os seus famosos temperos em pasta.  Hoje, sua linha de produtos conta com cinco categorias diferentes: condimentos (catchup, maionese e mostarda), caldos, temperos, sopas e geleia de mocotó. A marca faz parte da Unilever desde 2000, quando foi vendida para a subsidiária brasileira da Bestfoods, que por sua vez foi adquirida no mesmo ano pela Unilever. Esse foi o início de uma nova etapa na vida de uma marca que tem forte empatia com os brasileiros. 
Arisco faz parte da plataforma Recepedia, site de receitas interativo que inspira tanto quem já cozinha quanto aqueles que estão aprendendo. Para mais informações, acesse o site de Arisco e confira outras receitas no Recepedia (www.recepedia.com).
 



Nas férias de julho, conheça imóveis históricos no litoral e interior de São Paulo

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Imóveis reconhecidos como patrimônio histórico estadual pelo Condephaat preservam a história do Estado de São Paulo e levam o visitante a uma viagem ao passado

Para aproveitar as férias de julho,listamos alguns patrimônios tombados pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo)  e que guardam a memória de gerações no interior e Litoral. Entre os destaques estão o Centro Histórico de São Luiz do Paraitinga, Teatro de São João da Boa Vista, Museu do Café, em Santos e Museu Felícia Leirner, em Campos do Jordão, onde também ocorre a 47ª edição do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, de 02 a 31 de julho. Confira:




SANTOS
Museu do Café (Antiga Bolsa Oficial do Café)
A Bolsa do Café foi criada para atender o movimento comercial do café na cidade de Santos, em função da expansão ferroviária e do escoamento do produto para o exterior através do seu porto. Até 1929, as atividades da instituição foram intensas, mas, acompanhando a crise mundial, a Bolsa entrou em declínio, culminando com o seu fechamento em 1937. Projetado pela Companhia Construtora de Santos, sob a direção do engenheiro Roberto Simonsen, o edifício, em estilo eclético, foi concluído em 1922. Na construção, empregou-se mármore de Carrara no piso, vitrais coloridos e painéis pintados por Benedito Calixto. Desde 1998, abriga o Museu do Café, onde é possível conferir o acervo do espaço e degustar de deliciosos cafés.  Ao passar por Santos, não deixe de visitar também o Museu de Arte Sacra, antigo Mosteiro de São Bento,  na rua Santa Joana D’Arc, 795. Ambos são tombados pelo Condephaat.
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos (SP)



CAMPOS DO JORDÃO
Museu Felícia Leirner (Antiga residência da artista Felícia Leirner)
O Museu Felícia Leirner, em Campos do Jordão, pertence a Secretaria da Cultura do Estado e foi inaugurado em 1978, pela artista que dá nome ao museu. Felícia nasceu na Varsóvia (Polônia), em 1904 e veio para o Brasil, país que adotou como pátria, em 1927. Característica marcante de sua personalidade era a paixão pelos animais e a natureza, refletida em suas obras. Em 1962, a artista trocou a cidade de São Paulo por Campos de Jordão em busca de uma vida mais simplesjunto à natureza. Em 1982, concluiu sua produção para o Museu, que pode ser conferida pelos visitantes e moradores da região, com atividades e oficinas durante todo ano. Ao passar pela cidade de Campos do Jordão, aproveite para conferir também 47ª edição do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, de 02 a 31 de julho, com intensa programação pedagógica e uma gama representativa de concertos sinfônicos e de câmara – a maioria gratuitos –, que contam com a participação de renomados artistas nacionais e internacionais.
Endereço: Av. Dr. Luís Arrobas Martins, nº 1880 - Alto da Boa Vista – Campos do Jordão (SP)





SÃO LUIZ DO PARAITINGA
Centro Histórico de São Luiz do Paraitinga
Localizada no topo da Serra do Mar, a meio caminho entre Taubaté e Ubatuba, a cidade de São Luiz do Paraitinga teve sua fundação oficial em 1769. No século XIX, a economia cafeeira promoveu o desenvolvimento da região, refletindo sobre São Luiz do Paraitinga que, além de produzir uma variedade de gêneros agrícolas, tornou-se centro de abastecimento das tropas que transportavam o café do Vale do Paraíba para o litoral. A cidade possui áreas de grandes sobrados, predominantemente do século XIX. O conjunto é formado por 171 edificações, em sua maior parte, de uso residencial. Além disso, há 262 casas populares, de um ou dois pavimentos, de uso residencial e pequeno comércio. Ao passar pela cidade, não deixe de visitar o Museu Oswaldo Cruz, onde nasceu o conceituado medido sanitarista, na Rua Oswaldo Cruz, 4, Centro. Ambos são tombado pelo Condephaat.
Endereço: São Luiz do Paraitinga fica a 173,8 km de São Paulo



SANTANA DE PARNAÍBA
Capela de Nossa Senhora da Conceição
Ao passar por Santana de Paranaíba, visite a Capela de Nossa Senhora da Conceição, patrimônio tombado pelo Condephaat, que foi construído em 1687, na propriedade do capitão Guilherme Pompeu de Almeida, dono de terras e financiador de bandeira de caça ao índio e procura de ouro. A capela, de pequenas dimensões, foi construída em taipa de pilão e pau-a-pique. Em seu interior, encontra-se um retábulo em talha dourada e pintada, duas imagens e dois tocheiros antropomorfos. A capela foi praticamente reconstruída, restando pouco da construção original.
Endereço: Estrada da Capela Velha, s/n, Voturuna – Santana do Parnaíba (SP)



SÃO JOÃO DA BOA VISTA
Teatro São João da Boa Vista
Em 1911, a proposta de se construir um teatro na cidade era tema de discussões na Câmara Municipal que, inicialmente, concedeu permissão ao major José Evangelista de Almeida para executá-lo, e, em seguida, à Sociedade Anônima Companhia Teatral Sanjoanense. O edifício, de sólida construção, foi projetado pelo arquiteto italiano J. Pucci e construído por Antonio Lanzac. A estrutura metálica e o cimento utilizados vieram da Alemanha e, as telhas, de Marselha, na França. Após o tombamento, pelo Condephaat, em 1981, teve início a obra de restauração, no ano 2000 o prédio recebeu uma série de melhorias e hoje é aberto para visitação.

Endereço: Praça da Catedral, 22, esquina com a Rua Antonina Junqueira – São João da Boa Vista (SP)